No dia 29/06 realizamos mais uma atividade no Museu de História Natural. Como de costume, todos os sábados realizamos esse tipo de atividade, e na ocasião, o foco foi a constelação de Virgem (Virgo).
Constelação
de Virgem
Virgo
ou Virgem é a segunda maior constelação do céu e a maior do
zodíaco.
A
constelação possui 16 estrelas principais que constitui seu corpo,
sendo que sua estrela alfa é Spica. Entre o ombro da virgem e a
traseira do Leão (constelação vizinha) existe um grupo de estrelas
chamado de Aglomerado de Virgem, onde se localiza uma galáxia: NGC
4731.
Uma
curiosidade sobre a estrela Spica é que ela está representada na
bandeira do Brasil. Ela é aquela estrela solitária acima da faixa
“ordem e progresso”, que representa o estado do Pará.
Mitologia
Grega
Para
os gregos e romanos, Virgem está associada com a sua deusa do trigo,
Deméter-Ceres, que é a mãe de Perséfone, Proserpina.
Alternativamente, ela foi por vezes identificada como a deusa
Iustitia ou virgem Astréia, segurando a balança da justiça na sua
mão como a constelação de Libra. Na Idade Média, Virgem foi, por
vezes, associada com a Virgem Maria.
A
estrela Spica
Spica
(Alpha Virginis) ou Espiga é a estrela mais brilhante da constelação
de Virgem e a décima mais brilhante no céu. Tem uma magnitude
aparente de 1,04 e está localizada 260 anos-luz da Terra. Esta
estrela tem o dobro do tamanho do Sol e uma luminosidade duas mil
vezes maior que o sol. É uma gigante azul do tipo Beta Cephei.
Spica
é um sistema binário de estrelas, cujos componentes orbitam um a
outros a cada quatro dias. Eles estão tão próximos um do outro que
mesmo com um telescópio não tem como distingui-los.


















